Educação do futuro: o que as escolas estão ensinando além do conteúdo

  • 20/10/2026
(Foto: Reprodução)
Com a metodologia STEAM, ensino maker e robótica, os alunos são incentivados a criar e solucionar desafios Magnific/IA A escola que uma criança começa hoje pode ser bem diferente daquela que seus pais frequentaram. Afinal, a inteligência artificial já faz parte da rotina dos estudantes, novas profissões surgem enquanto outras se transformam e habilidades antes associadas principalmente ao mercado de trabalho começam a ser desenvolvidas ainda na educação básica. Os números ajudam a dimensionar esse cenário. Dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) 2025 mostram que 48% dos estudantes brasileiros de 15 anos usam chatbots de inteligência artificial para ajudá-los a aprender pelo menos uma vez por semana. Ao mesmo tempo, na avaliação de resolução de problemas com ferramentas computacionais, os brasileiros obtiveram média de 406 pontos, abaixo da média de 500 pontos registrada pelos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O desafio, então, não está apenas em colocar a tecnologia dentro da escola, mas em preparar o estudante para compreender, questionar e utilizar essas ferramentas. É nesse contexto que propostas que aproximam conhecimento e prática ganham espaço. Na Escola SESI Goiás, a formação inclui experiências com STEAM, cultura maker e robótica, além da preparação para o Enem e da certificação em inglês TOEFL. A proposta é tratar a tecnologia não como um fim em si mesma, mas como uma ferramenta de aprendizagem. Menos resposta pronta, mais tentativa Imagine uma atividade em que a resposta não está no final da página do livro. O aluno precisa descobrir como chegar até ela. Pode ser construindo um protótipo, programando um robô, testando uma hipótese ou buscando uma solução para um problema. Se não funcionar, é preciso entender o erro, fazer ajustes e tentar novamente. Essa é uma das lógicas por trás da metodologia STEAM, que integra ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática em projetos e situações práticas. Na cultura maker, essa lógica se traduz em atividades nas quais criar, testar, modificar e experimentar passam a fazer parte do processo de aprendizagem. A proposta também dialoga com o interesse dos próprios estudantes pela descoberta. No PISA 2025, 76,5% dos jovens brasileiros disseram gostar de aprender coisas novas na escola, enquanto 76,2% afirmaram gostar de entender como as coisas funcionam. Na Escola SESI Goiás, esse aprendizado prático aparece em diferentes etapas da formação. Nas atividades de robótica, por exemplo, os estudantes desenvolvem projetos que envolvem programação, construção e resolução de problemas. A metodologia STEAM utilizada pela rede também inclui experiências com prototipagem, impressão 3D e modelagem computacional. Mais do que aprender a operar uma ferramenta, a proposta é colocar o estudante diante de situações em que ele precisa pensar sobre o que está fazendo e encontrar caminhos para chegar a uma solução. E quando chega a hora de escolher um caminho? Por mais que a escola prepare para o futuro, chega um momento em que ele deixa de ser uma ideia distante. No ensino médio, o estudante começa a pensar no Enem, na universidade, em uma profissão e, para alguns, em possibilidades de estudar ou trabalhar fora do país. Por isso, a formação acadêmica continua sendo essencial. No Brasil, a escolaridade também influencia as oportunidades profissionais. Segundo a OCDE, adultos brasileiros de 25 a 64 anos com formação superior ganham, em média, 148% mais do que aqueles que concluíram apenas o ensino médio. O domínio de outros idiomas também pode ampliar possibilidades. É nesse ponto que entra a certificação TOEFL, oferecida aos estudantes do ensino médio da Escola SESI Goiás. Reconhecido internacionalmente, o exame comprova o nível de proficiência em inglês e pode ser utilizado em processos acadêmicos e oportunidades que exigem conhecimento formal do idioma. A preparação para o Enem, aliada à certificação em inglês, amplia as possibilidades dos estudantes tanto no Brasil quanto no exterior. Mas a verdade é que ninguém sabe exatamente quais serão as profissões mais procuradas no futuro. Uma criança que hoje está na educação infantil ainda levará muitos anos para chegar ao mercado de trabalho. Por isso, preparar para o futuro não significa tentar antecipar todas as respostas. A escola pode, no entanto, ampliar as ferramentas que o estudante terá para lidar com as mudanças: contato com tecnologia, estímulo à curiosidade, capacidade de trabalhar em equipe, autonomia para buscar soluções e uma base acadêmica consistente. Na Escola SESI Goiás, a proposta reúne essas diferentes frentes da educação infantil ao ensino médio. A formação combina conteúdos acadêmicos com STEAM, cultura maker, robótica, preparação para o Enem e inglês com certificação TOEFL. Para as famílias que já estão planejando o próximo ano letivo, as matrículas para 2027 estão abertas. Informações sobre a escola e o processo de matrícula estão disponíveis em sesigoias.com.br/matriculas2027 ou pelo telefone (62) 4002-6213.

FONTE: https://g1.globo.com/go/goias/especial-publicitario/sesi-senai/noticia/2026/10/20/educacao-do-futuro-o-que-as-escolas-estao-ensinando-alem-do-conteudo.ghtml


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